Mais barato que continuar no diesel.
Este é o resultado que dispensa qualquer outro argumento: em custo de ciclo de vida integral, converter custa menos do que manter o ciclo de reposição por ônibus diesel novos. A decisão se justifica sozinha na planilha — a descarbonização vem como consequência, não como custo.
O desembolso mensal
Renovação de frota, financiada em 60 meses.
O ciclo de vida completo
Três caminhos, uma régua: o custo anual equivalente.
A única forma correta de comparar ativos com vidas diferentes é converter investimento, operação e valor residual em uma mensalidade comparável. Para um chassi de três anos — a janela ideal de conversão:
- A conversão é vantajosa em toda a faixa de idade elegível do chassi — sem ponto de equilíbrio até os doze anos.
- A faixa comercial ideal é de zero a três anos: nela, o ganho anual varia de R$ 44 mil a R$ 57 mil por veículo.
- Em um chassi recente, os componentes removidos valem R$ 150 mil — entrada de caixa no ato, não valor futuro.
A alavancagem
A frota se converte sozinha.
O caixa livre de R$ 14.678 por mês supera em 27% a parcela de R$ 11.578 de um novo kit. Na prática: quatro veículos convertidos financiam a quinta conversão — desde a primeira parcela, sem aporte de capital novo.
O contraste que define as duas rotas: cada ônibus elétrico comprado consome R$ 43.935 por mês a mais que uma conversão — cada unidade torna a próxima mais difícil. O retrofit gera o próprio capital de expansão.
O financiamento
Alongar o prazo é mais eficaz do que reduzir a taxa: em 120 meses, a parcela do kit cai para R$ 7.147 e o desembolso mensal para R$ 19.681 — atenuando a fase inicial de caixa, que é o principal obstáculo à adoção.
Valores em reais constantes de julho de 2026, taxa real de 5,29% a.a., quilometragem de 60.000 km/ano (padrão ANTP). Memória de cálculo completa e análise de sensibilidade disponíveis sob NDA.
COM A SUA FROTA
Rennzo Alves Tonussi — Founder & CEO · Contagem/MG